sexta-feira, 22 de junho de 2012

Pecados da Noite - Sins of The Night



Pecados na noite de Sherrilyn Kenyon
Edição: 2011
Páginas : 287
Editora: Edições chá das cinco


A história por detrás do livro Pecados na Noite

Pecados da Noite foi escrito no Norte do Mississipi, onde Sherrilyn costumava viver. Ela até deu aulas na Univerdade de Mississipi para mulheres, onde o inicio do livro têm lugar. 
A Casa Kyro's é uma antiga mansão vitoriana em Alberdeen que Sherrilyn visitou várias vezes durante o desfile das casas. Ela até têm fotos dos seus filhos à brincarem lá. 
O Título original  de Pecados na Noite ( Sins of the Night) foi Pecados na Inocência ( Sins of Innocence). 
Vários leitores têm perguntado qual é a diferença entre Thanatos e Alexion. Além da óbvia que Artemis está no controle de Thanatos e Acheron está no controle de Alexion, há a questão de que Thanatos é chamado depois de um Predador da Noite é julgado desonesto ( ou sempre que Artemis quer um em particular morto). Alexion é chamado quando há um grupo de Predadores prestes a rebeliarem-se.
Thanatos mata indivíduos  Alexion controla distúrbios em massa.  

Sinopse: 
” No universo dos Predadores da Noite ( Dark-Hunters) existe um código de honra que até os imortais mais ousados devem seguir : Não magoar humanos. Não beber sangue. Nunca se apaixonar.”
Sinopse:
” Mas, de vez em quando, um Predador parece achar-se acima do código.
É nessa altura que sou chamado. Quem sou eu? Sou a fúria que terá de enfrentar. Nada me pode tocar. Nada me pode deter. Sou implacável e insensível. Ou assim pensava eu, até me cruzar com uma Predadora da Noite conhecida como Danger – e não o é apenas no nome, mas na forma como vive a vida. Não confia em mim. E quem sou eu para censurá-la? Apenas ela sabe que estou aqui para julgar, sentenciar e, muito provavelmente, executar os seus amigos.
Danger St. Richard é uma distração fatal. Algo nela conseguiu despertar um coração que eu julgava morto para sempre. Nesta corrida contra o mal, a única esperança da Humanidade é que eu cumpra o meu dever.
Mas como poderei fazê-lo se isso significa sacrificar a única mulher que alguma vez amei?”

Prólogo:
“  Universidade do Mississípi para mulheres
Columbus, Mississípi
Ela estava morta.
O coração de Melissa explodia de adrenalia, correndo desenfreadamente para alcançar a segurança em Grossnickle Hall. Duas horas antes, pedira inocentemente aos seus amigos que a deixassem na biblioteca, para poder terminar o seu trabalho de inglês.
Entretida com os contratempos da vida de Christopher Marlowe, tinha passado mais tempo a estudar do que imaginara. Quando se apercebeu, era já tarde e mais do que a altura de regressar ao seu dormitório, uma espécie de alojamento especial para estudantes. Ocorreu-lhe telefonar ao namorado para que fosse buscá-la, mas como ele estava a trabalhar em Stocking Crew, não parecia fazer sentido.
Sem pensar mais na estupidez de uma mulher de vinte e um anos andar sozinha na rua, pegou nos seus livros e dirigiu-se para casa. Mas agora, correndo pelo campus, perseguida por quatro homens desconhecidos, não lhe restavam dúvidas sobre quão idiota tinha sido.
Como pode alguém perder a vida graças a uma má decisão?
E, no entanto, era possível.
Mas não devia acontecer comigo!
- Ajudem-me, por favor! – gritou, correndo tão rápido quando podia. Certamente alguém a ouviria. Alguém que chamaria os seguranças para a ajudarem.
Contornou uma cerca e embateu em alguma coisa. Contemplou o homem diante de si.
- Por favor… – As palavras morreram quando se deu conta de que o homem era um dos quatro loiros que a perseguiam.
O homem riu diabolicamente, exibindo-lhe um par de presas.
Gritando, Melissa opôs-se ao seu ataque. Atirou-lhe os livros e afastou-se, empurrando-o com todas as forças.
Ele libertou-a.
Ela correu rapidamente para a rua, mas deu com outro homem loiro à sua espera. Parou, engolindo em seco, procurando outras possibilidades de fuga.
Mas não havia nenhum lugar para onde pudesse fugir, onde eles não pudessem apanhá-la.
Vestido completamente de negro, o recém – chegado permanecia completamente indiferente ao perigo ou o terror que a expressão deka confessava. Usava o cabelo loiro comprido num rabo – de – cavalo e um par de óculos escuros que escondiam completamente os seus olhos e faziam-na pensar em como seria possível ver naquela escuridão.
Havia algo de intemporal nele. Algo omnipotente e extraordinário. Parecia ter a mesma origem que os seus perseguidores, mas, apesar disso havia algo inteiramnete diferente na sua postura. Parecia-lhe mais poderoso. Mais antigo.
Mais assutador.
- É um deles? – perguntou ela, num arquejo.
O canto da sua boca contorceu-se num meio sorriso.
- Não, querida, não sou um deles.
Ela ouviu os outros aproximarem-se. Voltando a cabeça, observou-os a abrandarem a passada, assim que divisaram o homem com quem ela falava.
O medo fez-se anunciar explicitamente nos seus rostos agradáveis, quando um deles sussurou as palavras Predador da Noite.
Mantiveram-se afastados, como se tentassem decidir o que fazer, agora que o outro homem estava ali.
O recém- chegado estendeu a mão à jovem.
Grata porque o seu pesadelo estava prestes a terminar, e porque aquele homem finalmente os impedira de caçá-la ou feri-la, Melissa aceitou a sua mão. O homem sorriu com sarcasmo para os que a perseguiam e puxou-a para junto de si.
A jovem tremia de alívio por ter sido resgatada.
- Obrigada.
O homem sorriu.
- Não, querida, obrigado eu.
E antes que ela pudesse mover-se, o homem tomou-a nos seus braços e mergulhou as presas no pescoço dela.
O  Predador da Noite saboreou a vida e as emoções da estudante, à medida que sugava a essência da sua existência. Era pura e imaculada…
Tratava-se de uma estudante bolsista que teria tido um futuro brilhante pela frente.
C’est la vie.
Deleitando-se com o sabor do sangue da jovem, a criatura esperou até conseguir escutar e sentir os derradeiros batimentos cardíacos, quase impercetíveis, que cessariam definitavamente quando a jovem morresse.
Ficou completamente paralisada nos seus braços. Pobre rapariga. Mas não havia nada mais doce do que o sabor da inocência.
Nada.
Pegou no corpo dela e caminhou lentamente em direção aos Daemones que a perseguiam.
Ofereceu-a ao que parecia ser o líder deles.
- Não há muito sangue, mas a sua alma está ainda intacta. Bon appétit.”

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