terça-feira, 2 de setembro de 2014

Noite Silenciosa





Chancela: Chá das Cinco
Nº de Páginas: 224
Data de Lançamento: 10/10/2014



"Stryker já avisou que está a reunir as suas forças. Enquanto o mundo avança inconsciente, Stryker, que lidera um exército de demónios e vampiros, conspira para lançar uma ofensiva contra os seus inimigos — que, infelizmente para nós, incluem toda a raça humana.
Para vingar a sua irmã, Stryker prepara-se para aniquilar os Predadores da Noite. Mas as coisas começam a correr mal quando o seu inimigo mais antigo regressa. Eis que chega a sua ex-mulher, Zephyra. Precisamente quando achava que nada o poderia parar, vê-se embrenhado numa guerra secular com uma mulher que dá um novo significado à palavra «dor».
Estão a ser traçadas novas linhas de batalha, enquanto os Predadores da Noite se reúnem para uma novo confronto, numa NOITE SILENCIOSA."

Prologo:

"No início o mundo era feito de beleza e magia. Antes de existirem seres humanos, havia deuses e aqueles que os serviam e faziam a sua vontade, fosse esta qual fosse. Em guerra uns com os outros, os deuses lutavam entre si até que nasceu uma nova raça da sua violência sem sentido. De seu nome Chtonianos, estas novas criaturas nasceram da terra tornada vermelha pelo sangue dos deuses. Os Chtonianos ergueram-se e dividiram o mundo entre os deu- ses — dividiram o mundo entre eles. Para manter a paz, os soldados dos deuses receberam ordens para serem abatidos. Nenhum deles deveria sobreviver. A lei Chtoniana tinha primazia e, juntos, foram capazes de trazer a paz ao mundo, uma vez mais, e proteger a nova forma de vida que era a humanidade. No entanto, os Chtonianos não eram imunes à corrupção. Também não eram infalíveis. Não tardou a que também eles lutassem entre si. E assim o tempo avançou. A humanidade amadureceu e apren- deu a ignorar os deuses e a magia existente no seu mundo. Incapaz de lutar sozinha, a humanidade escolheu ignorar. «Balelas». «Tretas». «Fantasia». «Contos de fadas». Essas são algumas das muitas palavras que o homem usou para denegrir aqui- lo que não podia ser explicado pela sua suposta ciência. O empirismo tornou-se a sua religião.
Não existiam sombras a seguir vítimas inocentes. Isso não passava de partidas pregadas pela mente humana. Por uma imaginação demasiado ativa. Os lobos não podem transformar-se em seres humanos e os seres humanos não podem transformar-se em ursos. Todos os deuses antigos estão mortos — relegados para histórias mitológicas que todos sabemos serem falsas. E no entanto… Que barulho foi este do lado de fora da janela? Seria o uivo do vento? Talvez um cão vadio? Ou seria algo mais sinistro? Um verdadeiro predador? O subtil levantar dos pelos do pescoço pode não ser nada mais do que pele de galinha. Ou podem ser os mortos a passar por perto. A mão de um deus ou servo invisível que por nós passa. O mundo já não é novo. Já não é inocente. E os antigos estão cansados de serem ignorados. Os ventos que sussurravam mais cedo no pátio não eram a terna carícia de uma mudança no tempo. Eram uma sirene que só podia ser ouvida por certas criaturas sobrenaturais. Neste preciso momento, essas forças juntam-se e unem-se. Desta vez, querem algo mais do que o sangue dos deuses e uns dos outros. Querem-nos a nós… E nós estamos à sua mercê."

* Fonte: Saída de Emergência

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